When you look into my eyes, I see nothing more than pain, sorrow and fear.
I hope it's not my fault. I hope I can make you feel better.
I know that you're the one that who wish to cry but hold inside all the sorrow.
I know that I'm the one who will ever be here to hold you and steal all your pain away.
Do you know that?
I wish never figure out that you are better on your own.
[You're the best I know.]
outubro 17, 2009
setembro 27, 2009
Will I ever feel this again?
Pessoas, amáveis, odiáveis, ou apenas dignas de pena.
Tarde na sementeira, pessoas. Cada dia mais descubro que elas me fazem bem.
Me induzem a um prazer temporário, que infelizmente acaba quando deito em minha cama, olho pro teto e vejo que assim como as drogas, as pessoas não curam.
Mas eu estou bem, estou feliz, estou mentindo?
Eu estou bem.
"I'm facing my pain, a rage and a symphony driven by the wounds I cannot hide"
Tarde na sementeira, pessoas. Cada dia mais descubro que elas me fazem bem.
Me induzem a um prazer temporário, que infelizmente acaba quando deito em minha cama, olho pro teto e vejo que assim como as drogas, as pessoas não curam.
Mas eu estou bem, estou feliz, estou mentindo?
Eu estou bem.
"I'm facing my pain, a rage and a symphony driven by the wounds I cannot hide"
agosto 17, 2009
When my pain is my pain and yours is too...
Ele gritava a plenos pulmões:
-SEJA FORTE, SOPHIA!
Mas sabia que aqueles gritos não eram pra ela.
Não era pra ela que ele desejava esperança.
Era na busca da felicidade alheia que ele procurava pra si, a tranquilidade.
O pensamento de que as coisas poderiam dar certo.
O sentimento que lhe era necessário. Aquele há muito perdido.
Ele fundia e confundia nesse grito, que entoava com tanta bravura, seu próprio sentimento, sua própria dor.
Sabia que só a ela poderia dizer, e que nada a si deveria gritar.
O silêncio era tudo que lhe cabia.
-SEJA FORTE, SOPHIA!
Mas sabia que aqueles gritos não eram pra ela.
Não era pra ela que ele desejava esperança.
Era na busca da felicidade alheia que ele procurava pra si, a tranquilidade.
O pensamento de que as coisas poderiam dar certo.
O sentimento que lhe era necessário. Aquele há muito perdido.
Ele fundia e confundia nesse grito, que entoava com tanta bravura, seu próprio sentimento, sua própria dor.
Sabia que só a ela poderia dizer, e que nada a si deveria gritar.
O silêncio era tudo que lhe cabia.
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